Danielle Cristina

ENSAIO SOBRE AS DIFERENTES FORMAS DE LER

In O Garimpo on 31/05/2009 at 19:57

Percepções acerca da leitura durante uma aula de Leitura e Acervos, ministrada pela Professora Cátia Toledo Mendonça, na Pós-Graduação em Leitura de Múltiplas Linguagens da Comunicação e da Arte, na PUC-PR. Texto fundamentado pelas teorias expostas nos livros Cultura Letrada no Brasil A leitura nos oceanos da Internet.

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Sobre leitura e interpretação

In O Garimpo on 31/05/2009 at 19:12

Uma pesquisa sobre o termo “superinterpretação”, fundamentada em minhas leituras de obras de Umberto Eco (criador do termo), Alberto Manguel e Susan Sontag, entre outros.

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MULTIADOLESCENTES (mais um da “série multi”!)

In O Garimpo on 12/03/2009 at 12:13

Adolescência é a fase do ser humano que mais me intriga. Busco compreendê-los, interpretá-los, analisá-los. Mas quanto mais me aprofundo na observação, mais percebo que é preciso ir além da observação à distância: é preciso olhar com olhos e coração de adolescente! E, talvez, olhar com uma boa dosagem hormonal também!

Eles formam uma tribo “multitudo”. Num instante querem, depois não querem mais. Daqui um minuto querem tudo ao mesmo tempo! São crianças e são adultos. São bebês de colo e são velhos de bengala. A adolescência, ao que me parece, é o marco zero onde se encontram todas as emoções, de todas as idades e intensidades, num rebuliço vital que marca a todos e que pode ensinar, para sempre, a arte de apaixonar-se diariamente pela vida. E sorte daquele que, em contato com um “deles”, saiba assimilar esse conhecimento!

Em plena era das especializações, onde o macro é raro e o micro vital, os adolescentes quebram mais essa barreira e conseguem a façanha do “multi”. Multiculturalismo, multifuncionalismo, multiplicidade, multinacionalidade, multimídias… Eles multiplicam todas as possibilidades e criam todas as variações imagináveis e inimagináveis. Eles são muitos e são multifários!  São complexos, por isso, multiscientes. São múltiplas suas linguagens, suas formas de expressão e suas ideias. É multi sua capacidade de conhecimento. É multi sua capacidade de convencimento.

Na adolescência há uma profusão de ideais, de utopias, de paixões. Há um mundo a ser conquistado. Por isso a pertinência de serem “multi”. Por isso a necessidade da multiplicação da própria adolescência, em todas as fases da vida. É preciso fartura de sentimentos, é preciso movimento, é preciso encantamento. Sempre. E nessa área, certamente, eles são mestres e têm o dom de multiplicar!